Igreja Presbiteriana -September 2015

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Adoção, Ato Deliberado de Amor
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1º Sarau Qual o seu Talento?
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Olhos abertos e ouvidos atentos
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O fator tempo!

Adoção, Ato Deliberado de Amor

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus…” 1Jo 3.1

A adoção é um ato deliberado de amor. É amar quem não foi gerado no ventre, mas gestado no coração. É escolher o filho de outrem para tornar-se seu próprio filho e também seu herdeiro. Três verdades merecem ser destacadas aqui. Primeiro, a adoção é um ato de amor eletivo. No plano humano pode existir um filho natural sem planejamento, mas nunca um filho adotivo. Um filho natural pode nascer sem ser planejado e sem ser, até mesmo desejado, mas a adoção de um filho é sempre uma escolha livre e deliberada de amor. Deus também nos amou de antemão, nos escolheu soberanamente e nos fez membros de sua família. Segundo, pela adoção recebemos um novo nome. O filho adotivo recebe o nome de sua nova família. Recebe o sobrenome de seu pai. Torna-se filho de fato, com todos os direitos, privilé- gios e responsabilidades. Assim, também, com respeito à nossa adoção espiritual. Tornamo-nos filhos de Deus, transferidos da família da escravidão para a família bendita da liberdade. Terceiro, pela adoção tornamo-nos herdeiros legítimos de nosso pai. Um filho adotivo é herdeiro legítimo de seu pai. De igual forma, toda a riqueza de nosso Pai Celeste nos pertence. Somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Na verdade, somos o povo mais rico da terra e mais feliz do mundo.

Fonte: Devocionário Cada Dia – Hernandes Dias Lopes

 

1º Sarau Qual o seu Talento?

Olhos abertos e ouvidos atentos

“Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas” Ct 1.15

Os estudiosos dizem que os homens são atraídos pelo que veem e as mulheres pelo que ouvem. Os olhos masculinos estão sempre abertos e os ouvidos femininos sempre atentos. Portanto, dois cuidados precisam ser tomados. O primeiro deles é que a mulher precisa ser mais cuidadosa com a sua aparência. É um ledo engano a esposa pensar que seu marido nunca será atraído por outra mulher. É um mito pensar que o amor não requer constante conquista. Uma mulher sábia cuida de sua aparência. Uma mulher perspicaz veste-se com elegância, a ponto de sempre ser admirada e desejada pelo seu marido. Descuidar-se da aparência é incorrer num grave erro. É expor o marido a uma perigosa armadilha e o casamento a um iminente desastre. O segundo ponto é que o homem precisa ser mais cuidadoso com suas palavras. Nada machuca mais uma mulher do que seu marido tratá-la com grosseria. Nada sufoca mais o romantismo no coração da mulher do que um marido casca grossa e rude no trato. Um homem sábio investe na comunicação, é pródigo nos elogios e cauteloso nas críticas. Suas palavras destilam mel e trazem doçura para a alma da sua esposa. Cabe ao marido amar a esposa e, quando ele assim o faz, semeia no seu próprio canteiro e colhe os frutos doces de sua própria semeadura bendita.

Fonte: Devocionário Cada Dia – Hernandes Dias Lopes

O fator tempo!

1- Sejamos donos do tempo e não seus escravos:
“Não pude ir ali” ou “não pude fazer aquilo porque não tive tempo”, “ando meio sem tempo” ou (muito humildemente como quem suplica um favor ao próprio tempo) “vou tentar arranjar um tempinho”. Tais frases se constituem em nossa desculpa preferida para não ir, não fazer, não viver. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” – (EC 3:1). Tal constatação do escritor sagrado coloca por terra todas as nos-sas racionalizações. Mas para levar a cabo tamanha verdade, é preciso que se considere duas coisas:
Devemos ter o controle do tempo e não o contrário. Não podemos ser le-vados pela maré dos compromissos, nem pela enxurrada do ativismo. O princípio bíblico pretende definir quem manda em quem. Devemos organizar o tempo “há tempo para todo propósito…” desde que nos organizemos, fazendo a lista das prioridades, indo do primordial até ao menos essencial.

2- Economizemos o tempo gastando-o:
O problema da falta de tempo é como o da falta de dinheiro. O dinheiro deve ser bem administrado, executando-se os investimentos corretos e fazendo-se eventuais economias para suprir em ocasiões difíceis. “No entanto, com o tempo, não se pode fazer poupança, como alguém que raciocine da seguinte maneira: não vou fazer isso para guardar um pouco de tempo para depois”. Sua marcha inexorável não permite. Assim, sua melhor economia é o investimento.

3- Vivamos no tempo, mas com a dimensão da eternidade:
Falar insistentemente no Krónos que se escoa rapidamente sem mencionar o Kairós que atualiza a eternidade de Deus é sugerir o desespero. “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.” – (EC 3:11). Na opção de servir a Deus não ganhamos propriamente uma sobrevida humana. O nosso homem exterior continua se desgastando moralmente; mas o nosso homem interior, a sede do nosso ser, a essência da nossa vida se renova dia a dia, porque a nossa perspectiva é o invisível e eternal. E mais do que palavras de consolo para dias que tão velozmente correm, esta é a mensagem para sermos bons mordomos da vida e do tempo, para a glória de Deus.

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