Igreja Presbiteriana -November 2015

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Culto dia 29/11/2015 – Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
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Café Comunitário
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Com fé e planos para o futuro, Dona Florisa completa 100 anos
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Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65

Culto dia 29/11/2015 – Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro

Na noite de hoje, tivemos a presença do Pastor Norberto Santandréa, trazendo a mensagem do Senhor e do seu filho Felipe Santandréa, louvando ao Senhor através de canções, Deus os abençoe. Crédito nas fotos: Diácono Emerson e Diácono Paschoal Luiz Pitta.

Café Comunitário

Momentos de comunhão antes da Escola Dominical. Obrigado a todos pelo empenho. Crédito nas fotos: Diácono Paschoal Luiz Pitta

Com fé e planos para o futuro, Dona Florisa completa 100 anos

Dona de uma alegria contagiante, Florisa Guilherme completa neste domingo (8) 100 anos. Nascida em Rio Claro, a dona de casa leva uma vida tranquila e regada com boas energias. “Nasci às 14 horas do dia 8 de novembro de 1915, em um domingo. Meus pais tiveram seis filhos, sou a única que está por aqui”, conta.

Dona Isa, como costuma e gosta de ser chamada, casou-se aos 26 anos de idade e, segundo a mesma, seu marido, que faleceu há 24 anos, “era um pão”. “Tivemos quatro filhos, três meninas e um menino, uma infelizmente já faleceu”, fala.

Com segundo grau completo nos estudos, Dona Isa conta que costurou durante 35 anos e que sempre prezou pela qualidade de vida e estudo dos filhos. “Meus filhos são todos formados, assim como meus netos. Tenho três netos e também três bisnetos.”

Frequentadora assídua da Igreja Presbiteriana, quando questionada sobre completar 100 anos, a dona de casa responde. “Vivo segurando na mão de Deus, por isso estou aqui” e ainda completa que a passagem preferida na bíblia é “Tudo posso naquele que me fortalece”.

Moradora há 70 anos na mesma casa, Dona Isa fala que há alguns anos, aproximadamente 15, não come mais carne de porco, nem vermelha e não bebe mais leite nem café. “Antigamente, comia bastante gordura, mas é preciso se cuidar. Não tomo remédio para nada, não tenho pressão alta, diabetes, apenas ando com um pouco mais de cautela, pois tenho medo de cair”, explica.

Corintiana, Dona Isa conta que a comemoração dos 100 anos ocorre em um culto em sua igreja e que a casa vem sendo preparada para receber a família. Sobre os planos para o futuro, a ex-costureira conta sempre com Deus. “Quero saúde, paz com Deus e peço para que, se for para me deixar assim, como estou, já me sinto feliz e realizada.”

Analisando as gerações, Dona Isa fala que torce muito para que o mundo encontre a paz, para que todos vivam bem. “Para o mundo, peço sempre em conversa com Deus que melhore para todos, para os jovens principalmente, para que possamos viver em paz, em um mundo onde não exista violência e que a droga não tome conta da vida das pessoas, como infelizmente acontece”, finaliza.

Fonte: Jornal Cidade

Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65

Há algumas semanas atrás tivemos em nossa região a reunião de nosso presbitério, confesso a você que particularmente me estressa muito essas reuniões, pois tratam de assuntos que muitas vezes em vez de acrescentar acaba deixando magoas por decisões tomadas que não gostaríamos que fosse assim; Nos dias que se sucederam a essa reunião estava lendo alguns artigos dentre eles encontrei um; do teólogo, psicanalista e pedagogo Rubem Alves ao qual me identifiquei na hora com esse mesmo sentimento o qual gostaria de transcrever:

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, ta-lentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, mui-to humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, (…) não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e de-seja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!”

Temos perdido muito tempo nos dias atuais com coisas insignificantes; enquanto a nossa família se encontra em pedaços, nossas emoções destruídas e até nossas igreja em marasmo espiritual. Repensemos o nosso compromisso com o Eterno.

Pr. Wagner

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