Igreja Presbiteriana -January 2016

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Reencontro Dos Jovens e Adolescentes anos 80/90 e início de 2000
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Retrospectiva 2015
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Informativo do Mês de Janeiro de 2016 – Ano: 65

Reencontro Dos Jovens e Adolescentes anos 80/90 e início de 2000

Organizado pela irmã Fatima Rosangela Franco Isler e pelo irmão Paulo Borotti, esse evento tem como objetivo reencontrarmos irmãos que fizeram parte das sociedades UPA e UMP. Pregador: Cleber Nilton Isler Gilvania Louback Isler Gabriel Louback Isler) Crédito nas fotos: Diácono Paschoal Luiz Pitta, Kalvin Leonardo e Pb. Wagner Martins Araujo.

Informativo do Mês de Janeiro de 2016 – Ano: 65

O ano de 2016 é o ano do cuidado; atitude essa comigo no âmbito físico, espiritual e emocional. Com o meu próximo e também com a minha igreja.

O livro de João foi escrito originalmente em grego. No grego, há quatro palavras dife-rentes que são traduzidas pela palavra amor, e são conhecidas como Ágape, Fileo, Stergo e Eros.

Agapé é considerar com reverência, admirar por algum bem, amar de modo mais elevado. No grego clássico significava saudar afetuosamente. Fileo é olhar para al-guém com afetuosa consideração, ter afeição, amizade, gostar de; podendo até ser traduzido por acariciar, beijar. Pode ser usado para o amor entre o marido e esposa. No Novo Testamento fileo é usado para expressar o amor de pai e mãe e de filho e de filha (Mateus 10:37). É usado para o amor de Jesus por Lázaro (João 11:3,36) e uma vez é usado para o amor de Jesus pelo discípulo amado (João 20:2).

Stergo é um verbo que está mais relacionado com afeição familiar. Seria traduzido com propriedade para o português por amar com ternura, suportar. Seu uso mais normal é descrever o amor entre cônjuges, e entre pais e filhos.

Eros – usado principalmente para o amor entre os sexos. Tanto em grego como os derivados em português (erotismo, erótico) nos evidenciam que este verbo adquiriu uma conotação pejorativa. A nossa palavra amante expressa esta ideia decadente do vocabulário”. (Pedro Apolinário, Explicação de Textos Difíceis da Bíblia (adaptado) p. 396 e 397.)

Quando Jesus pergunta para Pedro se ele o ama, Jesus usa Agapê , querendo saber se Pedro é capaz de amá-lo com todo o seu coração, de forma profunda e incondicio-nal. Contudo, Pedro responde que o ama com o verbo Phileo, ou seja, Pedro o amava de forma incompleta.

Lembra-se quando Pedro negou a Jesus antes da crucificação? Pedro tinha dito a Jesus que jamais o negaria, mas na hora H, ele falhou. A Bíblia relata que Pedro cho-rou amargamente depois disso.

No capítulo de João, onde Cristo tem esta conversa com Pedro, Jesus faz a mesma pergunta três vezes, para que Pedro refletisse na resposta que estava dando, e reco-nhecesse que não podia ser fiel a Deus sem a ajuda de Cristo.

Mas algo surpreendente ocorre na terceira vez que Jesus pergunta a Pedro “você me ama?” (João 21:17) Jesus agora usa a expressão phileo. Dando a entender que Jesus aceita o amor de Pedro por ele, mesmo sendo limitado pela fragilidade humana.

Tanto é assim que na terceira vez, Pedro responde: “Senhor, tu sabes que eu te amo (Phileo)”. É um amor imperfeito, que necessita da graça de Deus para se tornar Aga-pê, mas é o que Pedro tinha para oferecer a Jesus, tendo fé de que seria transforma-do pela graça de Deus.

O que é maravilhoso é que Jesus aceita este amor imperfeito que Pedro e todos nós temos para com ele. Mais que isso: Jesus nos convida a sermos Seus colaboradores em servir a humanidade. Ele diz à Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. (João 21:17)

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