Autor -Wagner Santos

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Amigo Verdadeiro
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Refletindo Sobre a Morte na Ótica de um Jovem
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IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História
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Prudência & Entendimento
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Palavra e Ação Andam Juntas!
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A História do Lápis
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Mensagem do Pr. Wagner dos Santos na 3º IPB Rio Claro
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Reunião da Liderança – Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
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Os Dois Irmãos
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O que diz o breve Catecismo de Westmnister sobre sacramentos?

Amigo Verdadeiro

O poeta Samuel Foss escreveu: “Deixe-me viver ao lado da estrada e ser amigo do homem” (A casa ao lado da estrada, inédito). É isso que eu quero ser, um amigo das pessoas. Quero ficar no caminho, à espera de viajantes cansados. Olhar para aqueles que foram golpeados e injustiçados por outros, que carregam o fardo de um coração ferido e desiludido. Para alimentar e refrescá-los com uma palavra encorajadora e enviá-los em seu caminho. Posso não ser capaz de “corrigir” nem eles nem seus problemas, mas posso deixá-los com uma bênção.

Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote, abençoou Abraão que estava cansado da batalha em seu retorno (Gênesis 14). Uma “bênção” é mais do que o simples desejo de que tudo vá bem. Abençoamos os outros quando os trazemos para Aquele que é a fonte da bênção. Melquisedeque abençoou Abrão, dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra…” (v.18).

Podemos abençoar os outros orando com eles; podemos levá- -los conosco ao trono da graça para encontrar ajuda em tempos de necessidade (HEBREUS 4:16). Podemos não ser capazes de mudar suas circunstâncias, mas podemos mostrar-lhes Deus. Isso é o que um amigo verdadeiro faz.

DEVOCIONÁRIO PÃO DIÁRIO

Refletindo Sobre a Morte na Ótica de um Jovem

Se você fosse morrer amanhã, talvez percebesse que a existência do hoje não é vã. Quem sabe notaria quão pequenas são as diferenças que nos separam e quão grandes as semelhanças que nos unem, quem sabe. Se fosse morrer amanhã provavelmente arriscaria sem hesitar e não teria tempo para lamentar os erros do passado, pois a efemeridade do presente te consumiria muito.

Cogito até a possibilidade de que demonstraria amor como jamais fez antes, já que seu tempo está acabando e você nunca tinha parado para pensar sobre isso. Talvez por um dia você não se importaria com sua bagagem enorme de tarefas do trabalho ou com a pilha de livros que você precisa ler para o fim do semestre.

Quem sabe perceberia que passou toda a sua vida buscando futilidades e esqueceu de simplesmente viver. Eis a diferença: existir não é viver. Viver transcende bruscamente a concepção de existir. Espero que não perca a vida tentando ganhá-la e talvez você só tenha consciência disso quando for tarde demais. Quando não houver mais tempo. Suponho talvez que a autêntica felicidade não se encontra em lugares, bens ou até mesmo em pessoas. Quem sabe ela sempre esteve aí dentro de você, adormecida num cantinho que você jamais ousou tocar.

Se você fosse morrer amanhã, talvez não teria medo de arriscar e tomaria vinte segundos de coragem e diria tudo aquilo que sempre quis dizer. Pois como certa vez disse um sábio: “os homens vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido”. Diante disso, custo a dizer que esse amanhã irá chegar e deixo a seguinte pergunta:

o que você faria se fosse morrer amanhã?

Wagner Diniz dos Santos Junior

IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL – 159 anos de História

Hoje temos igrejas presentes em todos os cantos do nosso Brasil, lutando bravamente para que o Reino de Deus seja vivenciado e influencie a nossa querida nação; Tudo isso fruto da ação de Deus e da coragem do jovem Simonton.

Reverendo Hernandes Dias Lopes em um de seus artigos faz uma discrição a respeito de nosso missionário de maneira sucinta, mas bem direta que vale a pena ser transcrita aqui.

“1. SUA FAMÍLIA: Foi o nono filho, o caçula, de uma família piedosa. Seu pai era presbítero, médico e político, tendo sido duas vezes eleito deputado para o Congresso Nacional. Simonton foi consagrado ao ministério da Palavra no batismo infantil.

2. SEU CHAMADO PARA O MINISTÉRIO: No dia 14 de outubro de 1855, após ouvir um sermão do Dr. Charles Hodge sobre a tarefa da igreja, sentiu-se chamado para as missões. Fez o curso de teologia no seminário de Princeton, em New Jersey. Após concluí-lo, decidiu viajar para o Brasil. Quando alguém questionou o fato de ele se dedicar a um país ainda pobre e assolado por várias doenças endêmicas, ele respondeu: “A única segurança está na submissão à vontade e aos propósitos divinos. Sob a direção de Deus, o lugar de perigo é o lugar de segurança e, sem a sua presença, nenhum abrigo é seguro”.

3. SEU CASAMENTO: Ao saber da enfermidade da mãe, Simonton deixou o Brasil e retornou aos Estados Unidos. Mas, ao chegar, ela já havia falecido. Simonton ficou então um ano em seu país de origem. Nesse tempo, casou-se com Helen Murdock. Após dois meses de casado, regressou ao Brasil. Em 19 de junho 1864, nove dias após nascer-lhe a filha Helen, sua adorável esposa morreu.

4. SEU TRABALHO: O jovem pioneiro deixou marcas profundas e indeléveis na história do presbiterianismo e da evangelização nacional: a) organizou a escola dominical em 22 de abril de 1860 com cinco crianças , usando como livros textos : a Bíblia, o Catecismo e o Peregrino, de John Bunyan; b) organizou a Primeira Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro em 12 de janeiro de 1862; c) criou o primeiro jornal – A Imprensa Evangélica, em 5 de novembro de 1862; d) organizou o primeiro presbitério, o Presbitério do Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1865, quando foi ordenado ao sagrado ministério o ex-padre José Manoel da Conceição; e) criou o primeiro seminário teológico em 14 de maio de 1867.

5. SUA MORTE: Em 9 de dezembro de 1867, aos 34 anos de idade, morreu em São Paulo, de febre amarela, este heróico jovem desbravador. Sua irmã, esposa do Rev. Blackford, perguntou-lhe, em seus últimos lampejos de consciência: “O que será dos crentes e do trabalho que você está deixando?”. Ele respondeu: “Deus levantará alguém para tomar o meu lugar. Ele fará o seu trabalho com os seus próprios instrumentos. Nós só podemos apoiar-nos nos braços eternos e estar quietos”.

159 anos depois o evangelho continua sendo levado por homens e mulheres que Deus tem levantado; Uma igreja com raízes em solo brasileiro que tem expandido seus horizontes em países como Japão, Espanha, Chile, Paraguai e tantos outros que precisam conhecer o Senhor Jesus Cristo.

Seu pastor e amigo Wagner dos Santos

Prudência & Entendimento

1 Crônicas 22:12 – Que o SENHOR te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do SENHOR, teu Deus.

O grave momento pelo qual passa o país nos permite uma série de reflexões sobre o papel da igreja diante de tudo o que está acontecendo. Creio que a maioria concorda que a primeira providência que devemos tomar é a da oração, afinal de contas, se Deus não agir, sozinhos não podemos fazer absolutamente nada. Mas, além de orar, podemos fazer algo mais?

Sim, podemos! Podemos preparar nossos filhos para que assumam posições de governança no sistema político do Brasil. E, devemos fazê-lo a partir de uma ruptura com a dicotomia criada no passado entre o exercício da política e a profissão genuína da fé cristã. Cresci ouvindo pessoas dizendo que cristãos verdadeiros não poderiam ser políticos e, a consequência está aí, não criamos muitos homens fiéis para ocuparem essas posições e as entregamos a homens que não tem temor do Senhor.

Davi, por exemplo, quando preparava o seu filho para assumir o trono, suplicou a Deus que lhe concedesse prudência e entendimento para que Salomão fosse fiel a Deus na sua administração do reino. E, seguramente, o que ele ensinou a seu filho foi fundamental para que Salomão regesse o povo de Israel sendo fiel ao Senhor.

Creio que Deus tem vocacionado seus servos, também para a política, por meio dos dons que lhes concede, mas cabe a nós, além de ORAR, a responsabilidade de preparar uma geração de governantes tementes a Deus. E isto também é nosso ministério!

Pr. Cleverson Moreira
Capelão do Seminário Presbiteriano de Belo Horizonte

Palavra e Ação Andam Juntas!

Nesses primeiros domingos do mês de janeiro, temos falado muito em fazer a diferença como igreja, família e indivíduo.

Para que isso aconteça, aprendemos que precisamos ser: uma igreja cada dia mais bíblica e que essa prática, nos leva a uma profunda intimidade e maturidade com Deus e também nos enche de esperança para enfrentarmos os embates da vida. (2 tm 3:16 e 17).

Aprendemos também, que uma igreja que faz a diferença, tem a generosidade como algo costumaz (2 co 8:1 a 6). Ela busca formas e oportunidades para exercer a misericórdia, onde se encontra inserida.

Como vimos em uma das aulas da escola dominical, sobre a influência protestante em nossa cidade a figura do coronel joaquim ribeiro; homem de Deus, comprometido com sua cidade e também com sua fé cristã; temos a necessidade nosdias atuais, de pessoas que façam a diferença onde o senhor da igreja as colocarem.

Diante disso, gostaria de te desafiar a ser um servo diferenciado; um homem que tenha a palavra de Deus na mente e no coração; mas, que a coloque em prática através de atos de generosidade.

Que Deus possa ser exaltado, através da nossa vida!!!

Seu pastor e amigo Wagner dos Santos.

A História do Lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura, perguntou:

– Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso é uma história sobre mim?

A avó parou de escrever a carta, sorriu, e comentou com o neto:

– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

– Mas ele é igual a todos os lápis que vi na vida!

– Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

Primeira Qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

Segunda Qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

Terceira Qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mais algo importante para nos manter no caminho da justiça.

Quarta Qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas a grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a Quinta Qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

Sejamos a exemplo do lápis servos do Senhor, pois nosso testemunho sempre fala mais alto, mesmo quando estamos totalmente calados. Por isso irmãos sigamos o maior mandamento à nós legado; Amarás a Deus acima de todas as coisas, e a teu próximo, como a ti mesmo”. Que Deus continue a nos abençoar.

Os Dois Irmãos

Eram dois irmãos; um solteiro e um casado. O casado possuía muitos filhos. Os dois com-praram uma fazenda e resolveram administrá-la em regime de sociedade. Concordaram que plantariam e colheriam, dividindo entre si os produtos da terra, metade para cada um, embora cada um tivesse o seu próprio celeiro.

Os negócios iam bem. Mas um dia o solteiro pensou: “Não é justo que meu irmão e eu dividamos igualmente os frutos, porque sua família é numerosa; é muita gente para ser alimentada, ao passo que eu só tenho a mim mesmo para alimentar. farei o seguinte: Todas as noites irei ao meu celeiro, apanharei um saco de grãos e o levarei em sigilo ao celeiro do meu irmão”. E, de fato, começou a fazer exatamente assim: tarde da noite, o irmão solteiro punha às costas um saco de grãos e cuidadosamente o transportava até o celeiro de seu irmão.

Por sua vez, o irmão casado também pensou: “Não é justo que meu irmão solteiro e eu dividamos igualmente os frutos da nossa colheita; eu tenho muitos filhos, de modo que, no futuro, quando eu for bem idoso e as forças me faltarem, eles irão certamente me sustentar. Mas meu irmão não tem ninguém por ele. E quando ele for velho, quem o sus-tentará? Farei o seguinte: Todas as noites irei ao meu celeiro, apanharei um saco de grãos e o levarei em sigilo ao celeiro do meu irmão”. Assim pensou, assim começou a fa-zer.

Todos os dias pelas manhãs os dois irmãos ficavam admirados com o fato de que, mesmo levando um saco para o celeiro de seu irmão, o estoque de cada um não diminuía.

Uma noite, porém, os dois irmãos se encontraram bem no meio do caminho entre os dois celeiros, cada um com um saco nas costas. Compreenderam finalmente porque o es-toque de cada um não diminuía. Surpresos, felizes, de pronto jogaram ao chão os sacos e abraçaram-se demoradamente.

Esta história nos vem do riquíssimo folclore judaico. Contam os Judeus que Deus olhou lá do céu e flagrou aqueles dois irmãos assim abraçados; e Deus teria dito: “Este é um lugar santo porque flagrei aí um amor extraordinário”. Acrescentam ainda os judeus que foi nesse lugar que, mais tarde, Salomão viria a construir o templo.

“Nós amamos por que Ele (Jesus) nos amou primeiro”. 1 João 4.19.

Nesta semana experimente exercitar o amor que Jesus já gerou em seu coração. Seja prático, faça, estenda a mão ao próximo, esta é uma tremenda semeadura. O Salmo 41.1 diz: “Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o Senhor o livrará no dia do mal.” Ao exercitar o amor estendendo a mão ao próximo, você estará unindo a sua fé às obras. E isto é agradável diante de Deus.

“Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”. Tiago 2.26.

O que diz o breve Catecismo de Westmnister sobre sacramentos?

PERGUNTA 92. Que é um sacramento?
R. Um sacramento é uma santa ordenança, instituída por Cristo, na qual, por sinais sensíveis, Cristo e as bênçãos do novo pacto são representadas, seladas e aplicadas aos crentes. Ref. Mt 26.26-28; 28.19; Rm 4.11.

PERGUNTA 93. Quais são os sacramentos do Novo Testamento?
R. Os sacramentos do Novo Testamento são o Batismo e a Ceia do Senhor. Ref. At 10.47-48; 1Co 11.23-26.

PERGUNTA 94. Que é o Batismo?
R. O Batismo é o sacramento no qual o lavar com água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo significa e sela a nossa união com Cristo, a participação das bênçãos do pacto da graça, e a promessa de pertencermos ao Senhor. Ref. Mt 28.19; Jo 3.5; Rm 6.1-11; Gl 3.27.

PERGUNTA 95. A quem deve ser ministrado o Batismo?
R. O Batismo não deve ser ministrado àqueles que estão fora da igreja visível, enquanto não professarem sua fé em Cristo e obediência a Ele; mas os filhos daqueles que são membros da igreja visível devem ser batizados. Ref. At 18.8; Gn 17.7-14; At 2.38-39; 1Co 7.14.

PERGUNTA 96. O que é a Ceia do Senhor?
R. A Ceia do Senhor é o sacramento no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a instituição de Cristo, se anuncia a sua morte, e aqueles que participam dignamente tornam-se, não de uma maneira corporal e carnal, mas pela fé, participantes do seu corpo e do seu sangue, com todas as suas bênçãos para o seu alimento espiritual e crescimento em graça. Ref. 1Co 11.23-26; At 3.21; 1Co 10.16.

PERGUNTA 97. Que se exige para participar dignamente da Ceia do Senhor?
R. Exige-se daqueles que desejam participar dignamente da Ceia do Senhor que se examine sobre o seu conhecimento em discernir o corpo do Senhor, sobre a sua fé para se alimentarem dele, sobre o seu arrependimento, amor e nova obediência; para não suceder que, vindo indignamente, comam e bebam para si a condenação. Ref. 1Co 11.27; 31-32; Rm 6.17-18.

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