Autor -Wagner Santos

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O que diz o breve Catecismo de Westmnister sobre sacramentos?
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Informativo do Mês de Março de 2016 – Ano: 65
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Informativo do Mês de Fevereiro de 2016 – Ano: 65
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Informativo do Mês de Janeiro de 2016 – Ano: 65
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A origem da Coroa de Advento
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Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65
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Convite – 65 Anos Proclamando a Palavra de Deus
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O fator tempo!
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Primavera
10
Encontro de Jovens do Presbitério de Rio Claro

O que diz o breve Catecismo de Westmnister sobre sacramentos?

PERGUNTA 92. Que é um sacramento?
R. Um sacramento é uma santa ordenança, instituída por Cristo, na qual, por sinais sensíveis, Cristo e as bênçãos do novo pacto são representadas, seladas e aplicadas aos crentes. Ref. Mt 26.26-28; 28.19; Rm 4.11.

PERGUNTA 93. Quais são os sacramentos do Novo Testamento?
R. Os sacramentos do Novo Testamento são o Batismo e a Ceia do Senhor. Ref. At 10.47-48; 1Co 11.23-26.

PERGUNTA 94. Que é o Batismo?
R. O Batismo é o sacramento no qual o lavar com água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo significa e sela a nossa união com Cristo, a participação das bênçãos do pacto da graça, e a promessa de pertencermos ao Senhor. Ref. Mt 28.19; Jo 3.5; Rm 6.1-11; Gl 3.27.

PERGUNTA 95. A quem deve ser ministrado o Batismo?
R. O Batismo não deve ser ministrado àqueles que estão fora da igreja visível, enquanto não professarem sua fé em Cristo e obediência a Ele; mas os filhos daqueles que são membros da igreja visível devem ser batizados. Ref. At 18.8; Gn 17.7-14; At 2.38-39; 1Co 7.14.

PERGUNTA 96. O que é a Ceia do Senhor?
R. A Ceia do Senhor é o sacramento no qual, dando-se e recebendo-se pão e vinho, conforme a instituição de Cristo, se anuncia a sua morte, e aqueles que participam dignamente tornam-se, não de uma maneira corporal e carnal, mas pela fé, participantes do seu corpo e do seu sangue, com todas as suas bênçãos para o seu alimento espiritual e crescimento em graça. Ref. 1Co 11.23-26; At 3.21; 1Co 10.16.

PERGUNTA 97. Que se exige para participar dignamente da Ceia do Senhor?
R. Exige-se daqueles que desejam participar dignamente da Ceia do Senhor que se examine sobre o seu conhecimento em discernir o corpo do Senhor, sobre a sua fé para se alimentarem dele, sobre o seu arrependimento, amor e nova obediência; para não suceder que, vindo indignamente, comam e bebam para si a condenação. Ref. 1Co 11.27; 31-32; Rm 6.17-18.

Informativo do Mês de Março de 2016 – Ano: 65

Igreja Presbiteriana e Presbitério de Rio Claro

Conforme diz a nossa Constituição em seus três primeiros artigos, a Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas locais que adota a Bíblia Sagrada como única regra de fé e prática e tem por finalidades precípuas prestar culto a Deus, em espírito e verdade, pregar e viver integralmente o evangelho. Nossa igreja exerce o seu governo por meio de Concílios e indivíduos, regularmente instalados, cujo poder é espiritual e administrativo, residindo na corporação com o objetivo, conforme a Confissão de Fé de Westminster, de promover melhor governo e maior edificação da Igreja, com a competência de decidir ministerialmente controvérsias quanto à fé e casos de consciência, determinar regras e disposições para a melhor direção do culto público de Deus e governo da sua Igreja. A Igreja Presbiteriana do Brasil possui quatro Concílios, os quais existindo em ordem ascendente são Assembleias constituídas de Ministros e Presbíteros regentes, que guardam em si governo e disciplina sob forma de autoridade, a saber: O Conselho é formado de Ministros (Presbíteros docentes) e Presbíteros regentes e exerce jurisdição sobre a Igreja local; o Presbitério é formado de Ministros (membros natos) e Presbíteros regentes (representantes das Igrejas locais jurisdicionadas) e exerce jurisdição sobre os Ministros e Conselhos de uma determinada região; o Sínodo é formado de Ministros e Presbíteros regentes (representantes dos Presbitérios da uma região) e exerce jurisdição sobre três ou mais Presbitérios, e; o Supremo Concílio, que é a Assembleia Geral da IPB, é formado de Ministros e Presbíteros regentes (representantes – deputados – dos Presbitérios de todo o País) e exerce jurisdição sobre todos os Concílios.

As igrejas que formam nosso Presbitério são: Primeira Igreja Presbiteriana de Rio Claro, pastoreada pelos Reverendos José Geral do de Souza e Cloriovaldo, Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro pastoreada pelos Reverendos Wagner dos Santos, José Eugênio de Claudio e Silas Tcherne, Terceira Igreja pastoreada pelo Reverendo Samuel de Paula Junior, Igreja Presbiteriana de Batovi pastoreada pelo Reverendo Lélio Weissmann Junior, Igreja Presbiteriana do Centenário pastoreada pelo Reverendo Anderson Duarte; Igreja Presbiteriana Kairos pastoreada pelo Reverendo Jeferson Costa; Igreja Presbiteriana dos Jardins pastoreada pelo Reverendo Caleb Matos, Igreja Presbiteriana dos Bosques pastoreada pelo Reverendo Ailton Lemes Jr; Sexta Igreja Presbiteriana pastoreada pelo Reverendo Vagner Salomão; Além dessas Igrejas em Rio Claro ainda temos a Igreja Presbiteriana de São Pedro pastoreada pelos Reverendos Guilherme Praxedes e Eliton, Igreja Presbiteriana em Boa Vista do Jacaré pastoreada pelo Reverendo Samuel Sobrinho e a Igreja Presbiteriana Betesda pastoreada pelo Reverendo Cassio; Em Santa Gertrudes temos a Igreja Presbiteriana de Santa Gertrudes pastoreada pelo Reverendo Clemilton Melo e a Igreja Presbiteriana do Bairro Jardim Jequitibás pastoreada pelo Reverendo Norivaldo. Temos ainda as congregações do Jardim Azul, Itirapina, Restauração (Novo Wenzel) e os pontos de pregação em Corumbataí e Águas de São Pedro. A diretoria de Nosso Presbitério tem como Presidente o Reverendo Wagner dos Santos, Vice Reverendo José Geraldo de Souza, primeiro secretário Reverendo Anderson Duarte, Segundo Secretário Reverendo Ailton Lemes, Secretário executivo Reverendo Guilherme Praxedes e Tesoureiro o Pb Gilson Isler.

Informativo do Mês de Fevereiro de 2016 – Ano: 65

Não se deixe enganar…

Algumas características do distanciamento espiritual é a maneira sutil como ele começa. A ideia de que já sei o suficiente, e, portanto, não preciso mais ouvir tantos sermões, estudos bíblicos e “gastar” tanto tempo lendo a Bíblia é um dos pontos deste distanciamento. Outro fator que contribui para o distanciamento espiritual é o grande número de amigos, não crentes e até crentes que deverão contribuir com palavras de desânimo e falta de compromisso com Deus, com a igreja e sua missão. Por outro lado, estes mesmos, serão os maiores incentivadores para uma agenda cheia de programas “alternativos” para o seu domingo.

Neste universo confuso, de proclamação de verdades individuais, de busca do prazer pelo prazer, existe um forte ingrediente, a mídia. Os meios de comunicação estão o tempo todo enviando mensagens, conceitos seculares, dúvidas sobre a espiritualidade cristã, em uma tentativa clara de desconstruir a nossa fé. O pior é que ao mesmo tempo, enviam doutrina de uma nova confissão, desprovida de pudor e ética, carregada de preconceitos e violência, mas pintada com a falsa cara da felicidade pecaminosa.

Chegamos no fim de semana do Carnaval. Vale a pena lembrar duas coisas. Somos todos pecadores, nossa inclinação é para as coisas da carne, mas a Bíblia nos alerta, não se deixe enganar, este caminho é de dor e morte. Em segundo lugar, devemos nos lembrar sempre daquilo que Deus nos instrui: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. “(Gálatas 5.19-21).

Neste Carnaval, ore, busque a Deus, leia a Bíblia ou então um bom livro cristão. Aproveite o tempo livre e faça um momento de meditação na presença de Deus. Algumas pessoas que você conhece poderão chegar ao final deste Carnaval cansados, ressaquiados, pois buscaram prazeres passageiros. Se você aproveitar este tempo para ser edificado, este será o melhor feriado de sua vida.

Viva com sua família, celebre a felicidade de ter sido escolhido por Deus, ter recebido a fé salvadora em seu coração através da graça de Deus. Fale desta verdadeira alegria cristã. Cante a leveza de sua alma em Jesus Cristo. Não se deixe enganar, as pessoas estão buscando a verdadeira felicidade, mas ela só pode ser encontrada em Jesus Cristo.

Deus te abençoe.

Rev Leonardo Sahium

Informativo do Mês de Janeiro de 2016 – Ano: 65

O ano de 2016 é o ano do cuidado; atitude essa comigo no âmbito físico, espiritual e emocional. Com o meu próximo e também com a minha igreja.

O livro de João foi escrito originalmente em grego. No grego, há quatro palavras dife-rentes que são traduzidas pela palavra amor, e são conhecidas como Ágape, Fileo, Stergo e Eros.

Agapé é considerar com reverência, admirar por algum bem, amar de modo mais elevado. No grego clássico significava saudar afetuosamente. Fileo é olhar para al-guém com afetuosa consideração, ter afeição, amizade, gostar de; podendo até ser traduzido por acariciar, beijar. Pode ser usado para o amor entre o marido e esposa. No Novo Testamento fileo é usado para expressar o amor de pai e mãe e de filho e de filha (Mateus 10:37). É usado para o amor de Jesus por Lázaro (João 11:3,36) e uma vez é usado para o amor de Jesus pelo discípulo amado (João 20:2).

Stergo é um verbo que está mais relacionado com afeição familiar. Seria traduzido com propriedade para o português por amar com ternura, suportar. Seu uso mais normal é descrever o amor entre cônjuges, e entre pais e filhos.

Eros – usado principalmente para o amor entre os sexos. Tanto em grego como os derivados em português (erotismo, erótico) nos evidenciam que este verbo adquiriu uma conotação pejorativa. A nossa palavra amante expressa esta ideia decadente do vocabulário”. (Pedro Apolinário, Explicação de Textos Difíceis da Bíblia (adaptado) p. 396 e 397.)

Quando Jesus pergunta para Pedro se ele o ama, Jesus usa Agapê , querendo saber se Pedro é capaz de amá-lo com todo o seu coração, de forma profunda e incondicio-nal. Contudo, Pedro responde que o ama com o verbo Phileo, ou seja, Pedro o amava de forma incompleta.

Lembra-se quando Pedro negou a Jesus antes da crucificação? Pedro tinha dito a Jesus que jamais o negaria, mas na hora H, ele falhou. A Bíblia relata que Pedro cho-rou amargamente depois disso.

No capítulo de João, onde Cristo tem esta conversa com Pedro, Jesus faz a mesma pergunta três vezes, para que Pedro refletisse na resposta que estava dando, e reco-nhecesse que não podia ser fiel a Deus sem a ajuda de Cristo.

Mas algo surpreendente ocorre na terceira vez que Jesus pergunta a Pedro “você me ama?” (João 21:17) Jesus agora usa a expressão phileo. Dando a entender que Jesus aceita o amor de Pedro por ele, mesmo sendo limitado pela fragilidade humana.

Tanto é assim que na terceira vez, Pedro responde: “Senhor, tu sabes que eu te amo (Phileo)”. É um amor imperfeito, que necessita da graça de Deus para se tornar Aga-pê, mas é o que Pedro tinha para oferecer a Jesus, tendo fé de que seria transforma-do pela graça de Deus.

O que é maravilhoso é que Jesus aceita este amor imperfeito que Pedro e todos nós temos para com ele. Mais que isso: Jesus nos convida a sermos Seus colaboradores em servir a humanidade. Ele diz à Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. (João 21:17)

A origem da Coroa de Advento

Hoje, na Alemanha, a Coroa de Advento está dentro de Igrejas, de escolas e até de residências particulares. É impossível se imaginar os festejos de Advento sem a presença da referida e suas quatro velas queimando durante os 24 dias. Pois andei pesquisando a respeito. A Coroa de Advento não é antiga. Ela foi concebida em Hamburgo, há mais de cem anos. Havia muitas crianças órfãs naquela cidade portuária. Meninas e meninos sem teto que perambulavam pelas ruas pedindo esmolas. Conhecemos este “filme”.

As coisas não precisam ser sempre assim. Um pastor evangélico luterano morava naquela cidade. Seu coração pulsava por aquelas meninas e por aqueles meninos “sem eira nem beira”. Mexe daqui, puxa dali, ele construiu uma enorme casa onde passou a abrigar o máximo possível de crianças de rua. Naquela casa o povo miúdo tinha espaço para dormir e fazer suas refeições. Mais do que isso: tinha a chance de aprender uma profissão. Muitos saíram dali formados como sapateiros, desenhistas, costureiras e até jardineiros. A idéia era que, assim, não precisariam mais perambular pelas ruas pedindo esmolas, uma vez que juntavam seus próprios dinheiros a partir do suor do seu rosto.

Foi assim que, em 1833, nasceu a “Rauhes Haus” (Casa Rústica). O pastor visionário chamava-se Johann Heinrich Wichern (*1808 +1881). Todo ano ele celebrava o tempo de Advento com meditações, cânticos e reflexões que enfocavam este tempo bonito que antecede o Natal. Para contextualizar aqueles momentos o pastor Wichern pendurou uma roda velha, dessas que ainda hoje se vê em carroças, no teto na “Casa” que dirigia. No primeiro domingo de Advento colocou a primeira grande vela a queimar sobre a roda. Depois, nos seis dias seguintes, seis velas pequenas. Daí, no segundo domingo de Advento, novamente a segunda vela grande… Um dia antes do Natal queimavam 24 velas referida roda.

Corria o ano de 1840. As meninas e os meninos que moravam na referida casa gostavam muito daqueles encontros. A roda ia iluminando mais e mais a sala, a medida que o Natal se aproximava. Cada vela tinha o seu significado. Foram eles, as meninas e os meninos, que “batizaram” aquele tempo de “Meditação das Velas”. Passaram-se dois anos e aquela pequena Comunidade decidiu enfeitar a roda iluminada com ramos de pinheiro (sinal de vida). Foi assim que nasceu a primeira Coroa de Advento dentro da Igreja Luterana.

Muitas pessoas que visitavam a “Rauhes Haus” achavam aquele símbolo muito significativo. Como nas suas moradias particulares não havia muito espaço para uma Coroa de Advento com 24 velas, optaram por uma menor com quatro, uma para cada domingo. Viva o Advento, esse tempo no qual nos preparamos para receber a visita que vem: Jesus Cristo!

P. Renato Luiz Becker

Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65

Há algumas semanas atrás tivemos em nossa região a reunião de nosso presbitério, confesso a você que particularmente me estressa muito essas reuniões, pois tratam de assuntos que muitas vezes em vez de acrescentar acaba deixando magoas por decisões tomadas que não gostaríamos que fosse assim; Nos dias que se sucederam a essa reunião estava lendo alguns artigos dentre eles encontrei um; do teólogo, psicanalista e pedagogo Rubem Alves ao qual me identifiquei na hora com esse mesmo sentimento o qual gostaria de transcrever:

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, ta-lentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, mui-to humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, (…) não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e de-seja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!”

Temos perdido muito tempo nos dias atuais com coisas insignificantes; enquanto a nossa família se encontra em pedaços, nossas emoções destruídas e até nossas igreja em marasmo espiritual. Repensemos o nosso compromisso com o Eterno.

Pr. Wagner

Convite – 65 Anos Proclamando a Palavra de Deus

Os trabalhos que deram início a segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro começaram no final de 1928 em uma sala alugada no bairro de Vila Aparecida, sob a liderança do Professor Abdiel Lopes Monteiro e sua Esposa Cinira Lopes Monteiro, membros da primeira igreja Presbiteriana de Rio Claro, sob a supervisão do conselho e do então Pastor Reverendo Antônio Marques da Fonseca Junior.

Em 12 de Julho de 1932, os cultos começaram a ser realizados no templo recém-construído na Rua 1ª Nº 715. Onde atualmente depois de várias ampliações e modificações arquitetônicas se encontra ainda a igreja.

Em 22 de Outubro de 1950, no pastorado do Reverendo Paschoal Luiz Pitta; foi organizada a Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro com pouco mais de 70 membros adultos (comungantes) e 30 crianças (não comungantes).

A Igreja então organizada constava basicamente de famílias de ferroviários, que muito se dedicaram para que o evangelho frutificasse no solo rio-clarense. Dinâmica e comprometida com os valores do reino o evangelho se expandiu vertiginosamente, fazendo dessa comunidade uma das referências regionais no presbiterianismo. Homens e mulheres comprometidos com Deus; muito contribuíram para o crescimento e fortalecimento do presbiterianismo em nossa cidade.

Desde sua organização vários pastores deram a sua contribuição para expansão do reino; A saber:

Em 1950 foi dirigida pelo Reverendo Paschoal Luiz Pitta; que acumulou o cargo de pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Rio Claro e da Segunda.
De 1951 a Fevereiro de 1955 – Reverendo Humberto Aldrovandi Junior.
De Julho de 1954 a Fevereiro de 1955 – Reverendo Ludgero Braga.
De Março de 1955 a 1965 – Reverendo Raimundo Loria.
De 1966 a 1978 – Reverendo Francisco Moreira Junior.
De 1979 a 1989 – Reverendo Dirceu Xavier de Mendonça.
De 1990 a 1993 – Reverendo Adolfo Potenciano.
De 1994 a 1996 – Reverendo Gilmar Bueno da Silva.
De 1997 a Janeiro de 1999 – Reverendo Manoel Jorge Pereira Junior.
De Março a Dezembro de 1999 – Reverendo Clemilton Alves de Mello (Atos pastorais).
De 2000 a 2005 – Reverendo Dirceu Alves da Silva.
De 2006 a 2010 – Reverendo Silas Tscherne.
De 2011 a 2013 – Reverendo Paulo Marcio Paiva.

A partir de 2014 nossa Comunidade tem sido dirigida pelo Pastor Wagner Aparecido dos Santos; Tendo como companheiros no pastorado da segunda o Reverendo Silas Tscherne e o seminarista José Eugênio de Claudio, responsável pelo pastoreio da Congregação do Jardim Azul.

O fator tempo!

1- Sejamos donos do tempo e não seus escravos:
“Não pude ir ali” ou “não pude fazer aquilo porque não tive tempo”, “ando meio sem tempo” ou (muito humildemente como quem suplica um favor ao próprio tempo) “vou tentar arranjar um tempinho”. Tais frases se constituem em nossa desculpa preferida para não ir, não fazer, não viver. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” – (EC 3:1). Tal constatação do escritor sagrado coloca por terra todas as nos-sas racionalizações. Mas para levar a cabo tamanha verdade, é preciso que se considere duas coisas:
Devemos ter o controle do tempo e não o contrário. Não podemos ser le-vados pela maré dos compromissos, nem pela enxurrada do ativismo. O princípio bíblico pretende definir quem manda em quem. Devemos organizar o tempo “há tempo para todo propósito…” desde que nos organizemos, fazendo a lista das prioridades, indo do primordial até ao menos essencial.

2- Economizemos o tempo gastando-o:
O problema da falta de tempo é como o da falta de dinheiro. O dinheiro deve ser bem administrado, executando-se os investimentos corretos e fazendo-se eventuais economias para suprir em ocasiões difíceis. “No entanto, com o tempo, não se pode fazer poupança, como alguém que raciocine da seguinte maneira: não vou fazer isso para guardar um pouco de tempo para depois”. Sua marcha inexorável não permite. Assim, sua melhor economia é o investimento.

3- Vivamos no tempo, mas com a dimensão da eternidade:
Falar insistentemente no Krónos que se escoa rapidamente sem mencionar o Kairós que atualiza a eternidade de Deus é sugerir o desespero. “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.” – (EC 3:11). Na opção de servir a Deus não ganhamos propriamente uma sobrevida humana. O nosso homem exterior continua se desgastando moralmente; mas o nosso homem interior, a sede do nosso ser, a essência da nossa vida se renova dia a dia, porque a nossa perspectiva é o invisível e eternal. E mais do que palavras de consolo para dias que tão velozmente correm, esta é a mensagem para sermos bons mordomos da vida e do tempo, para a glória de Deus.

Primavera

“O inverno já foi, a chuva passou, e as flores aprecem nos campos. É tempo de cantar” (Cântico dos Cânticos 2.11-12). O inverno no sul do Brasil é muito rigoroso. A maioria dos habitantes daquela região deseja que ele passe logo todo ano. Há pessoas que se desanimam, achando que a primavera demora a chegar. Mas a estação do brotamento, dos botões e das flores chega a cada ano e acaba com a ansiedade não só dos sulinos, mas de todos nós.

A primavera traz sempre os dias claros, iluminados pelo sol. Nela pode-se ouvir o gorjeio festivo dos pássaros em cada manhã e, também, a vida nova das diversas flores multicoloridas. Começou a terceira estação do ano em nossa pátria amada. O clima da alegria primaveril toma conta de todos, grandes e pequenos. O frio não mais castigará grande parte das nossas plantações.

Um dos símbolos significativos do inverno é a aflição, a angústia. O tempo de aflições nos parece sempre delongado. Ele produz em nós a sensação de que nunca chegará ao fim. Alexander MacLaren (1826-1910), pastor escocês, o “príncipe dos pregadores expositivos” disse que “nenhuma flor nasce no paraíso que não tenha sido plantada no Getsêmani, lugar da profunda angústia de Jesus antes de ir à cruz”. A alegria efetiva da pessoa salva por Cristo emerge em meio às aflições, nas quais nos gloriamos, conforme disse o apóstolo Paulo aos cristãos romanos (Ro-manos 5.3).

Dias promissores chegaram com a primavera. Tempo oportuno para semear. Deus tem bênçãos maravilhosas para todos nós, que virão à semelhança da linda primavera. E depois ainda virá o verão, também com grande força vegetativa. É tempo de cantar! As flores já exalam seu perfume. Há esperança! Esperemos “em plena certeza de fé” que o Senhor Jesus mande essa estação à nossa vida apesar de quaisquer invernos em que nos achamos. Jesus nos ensina que no mundo temos muitas aflições, mas podemos ter bom ânimo porque ele venceu o mundo (Jó 16.33). Depois do inverno vem, certamente, a primavera. Depois da aflição vem, sem dúvida, o conforto de Deus.

Rev. Raul Hamilton de Souza

Encontro de Jovens do Presbitério de Rio Claro

Atenção Galera! Se liga na agenda dos nossos encontros.

Dia 27 de Junho de 2015 – IP Betesda às 20:00hs em São Pedro

Dia 18 de Julho de 2015 – Primeira IPB de Rio Claro às 20:00hs

Dia 01 de Agosto de 2015 – IPB de São Pedro às 20:00hs

Dia 26 de Setembro de 2015 – IPB de Itirapina às 20:00hs

Dia 31 de Outubro de 2015 – Terceira IPB de Rio Claro às 20:00hs

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