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Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65
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Acampadentro das nossas crianças! Só alegria!!!
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Culto 65 Anos – Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro
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Igreja Presbiteriana do Brasil – 156 Anos de Bençãos para Compartilhar
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Convite – 65 Anos Proclamando a Palavra de Deus
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Adoção, Ato Deliberado de Amor
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1º Sarau Qual o seu Talento?
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Olhos abertos e ouvidos atentos
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O fator tempo!
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Reunião Desperta Débora

Informativo do Mês de Novembro de 2015 – Ano: 65

Há algumas semanas atrás tivemos em nossa região a reunião de nosso presbitério, confesso a você que particularmente me estressa muito essas reuniões, pois tratam de assuntos que muitas vezes em vez de acrescentar acaba deixando magoas por decisões tomadas que não gostaríamos que fosse assim; Nos dias que se sucederam a essa reunião estava lendo alguns artigos dentre eles encontrei um; do teólogo, psicanalista e pedagogo Rubem Alves ao qual me identifiquei na hora com esse mesmo sentimento o qual gostaria de transcrever:

“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, ta-lentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, mui-to humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, (…) não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e de-seja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!”

Temos perdido muito tempo nos dias atuais com coisas insignificantes; enquanto a nossa família se encontra em pedaços, nossas emoções destruídas e até nossas igreja em marasmo espiritual. Repensemos o nosso compromisso com o Eterno.

Pr. Wagner

Acampadentro das nossas crianças! Só alegria!!!

Culto 65 Anos – Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro

Culto de gratidão a Deus, contamos com a presença do Pastor Célio Teixeira Jr e Coral da IPB de Jaú. Crédito nas fotos Diácono Paschoal Luiz Pitta.

Convite – 65 Anos Proclamando a Palavra de Deus

Os trabalhos que deram início a segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro começaram no final de 1928 em uma sala alugada no bairro de Vila Aparecida, sob a liderança do Professor Abdiel Lopes Monteiro e sua Esposa Cinira Lopes Monteiro, membros da primeira igreja Presbiteriana de Rio Claro, sob a supervisão do conselho e do então Pastor Reverendo Antônio Marques da Fonseca Junior.

Em 12 de Julho de 1932, os cultos começaram a ser realizados no templo recém-construído na Rua 1ª Nº 715. Onde atualmente depois de várias ampliações e modificações arquitetônicas se encontra ainda a igreja.

Em 22 de Outubro de 1950, no pastorado do Reverendo Paschoal Luiz Pitta; foi organizada a Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro com pouco mais de 70 membros adultos (comungantes) e 30 crianças (não comungantes).

A Igreja então organizada constava basicamente de famílias de ferroviários, que muito se dedicaram para que o evangelho frutificasse no solo rio-clarense. Dinâmica e comprometida com os valores do reino o evangelho se expandiu vertiginosamente, fazendo dessa comunidade uma das referências regionais no presbiterianismo. Homens e mulheres comprometidos com Deus; muito contribuíram para o crescimento e fortalecimento do presbiterianismo em nossa cidade.

Desde sua organização vários pastores deram a sua contribuição para expansão do reino; A saber:

Em 1950 foi dirigida pelo Reverendo Paschoal Luiz Pitta; que acumulou o cargo de pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Rio Claro e da Segunda.
De 1951 a Fevereiro de 1955 – Reverendo Humberto Aldrovandi Junior.
De Julho de 1954 a Fevereiro de 1955 – Reverendo Ludgero Braga.
De Março de 1955 a 1965 – Reverendo Raimundo Loria.
De 1966 a 1978 – Reverendo Francisco Moreira Junior.
De 1979 a 1989 – Reverendo Dirceu Xavier de Mendonça.
De 1990 a 1993 – Reverendo Adolfo Potenciano.
De 1994 a 1996 – Reverendo Gilmar Bueno da Silva.
De 1997 a Janeiro de 1999 – Reverendo Manoel Jorge Pereira Junior.
De Março a Dezembro de 1999 – Reverendo Clemilton Alves de Mello (Atos pastorais).
De 2000 a 2005 – Reverendo Dirceu Alves da Silva.
De 2006 a 2010 – Reverendo Silas Tscherne.
De 2011 a 2013 – Reverendo Paulo Marcio Paiva.

A partir de 2014 nossa Comunidade tem sido dirigida pelo Pastor Wagner Aparecido dos Santos; Tendo como companheiros no pastorado da segunda o Reverendo Silas Tscherne e o seminarista José Eugênio de Claudio, responsável pelo pastoreio da Congregação do Jardim Azul.

Adoção, Ato Deliberado de Amor

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus…” 1Jo 3.1

A adoção é um ato deliberado de amor. É amar quem não foi gerado no ventre, mas gestado no coração. É escolher o filho de outrem para tornar-se seu próprio filho e também seu herdeiro. Três verdades merecem ser destacadas aqui. Primeiro, a adoção é um ato de amor eletivo. No plano humano pode existir um filho natural sem planejamento, mas nunca um filho adotivo. Um filho natural pode nascer sem ser planejado e sem ser, até mesmo desejado, mas a adoção de um filho é sempre uma escolha livre e deliberada de amor. Deus também nos amou de antemão, nos escolheu soberanamente e nos fez membros de sua família. Segundo, pela adoção recebemos um novo nome. O filho adotivo recebe o nome de sua nova família. Recebe o sobrenome de seu pai. Torna-se filho de fato, com todos os direitos, privilé- gios e responsabilidades. Assim, também, com respeito à nossa adoção espiritual. Tornamo-nos filhos de Deus, transferidos da família da escravidão para a família bendita da liberdade. Terceiro, pela adoção tornamo-nos herdeiros legítimos de nosso pai. Um filho adotivo é herdeiro legítimo de seu pai. De igual forma, toda a riqueza de nosso Pai Celeste nos pertence. Somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Na verdade, somos o povo mais rico da terra e mais feliz do mundo.

Fonte: Devocionário Cada Dia – Hernandes Dias Lopes

 

1º Sarau Qual o seu Talento?

Olhos abertos e ouvidos atentos

“Eis que és formosa, ó querida minha, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas” Ct 1.15

Os estudiosos dizem que os homens são atraídos pelo que veem e as mulheres pelo que ouvem. Os olhos masculinos estão sempre abertos e os ouvidos femininos sempre atentos. Portanto, dois cuidados precisam ser tomados. O primeiro deles é que a mulher precisa ser mais cuidadosa com a sua aparência. É um ledo engano a esposa pensar que seu marido nunca será atraído por outra mulher. É um mito pensar que o amor não requer constante conquista. Uma mulher sábia cuida de sua aparência. Uma mulher perspicaz veste-se com elegância, a ponto de sempre ser admirada e desejada pelo seu marido. Descuidar-se da aparência é incorrer num grave erro. É expor o marido a uma perigosa armadilha e o casamento a um iminente desastre. O segundo ponto é que o homem precisa ser mais cuidadoso com suas palavras. Nada machuca mais uma mulher do que seu marido tratá-la com grosseria. Nada sufoca mais o romantismo no coração da mulher do que um marido casca grossa e rude no trato. Um homem sábio investe na comunicação, é pródigo nos elogios e cauteloso nas críticas. Suas palavras destilam mel e trazem doçura para a alma da sua esposa. Cabe ao marido amar a esposa e, quando ele assim o faz, semeia no seu próprio canteiro e colhe os frutos doces de sua própria semeadura bendita.

Fonte: Devocionário Cada Dia – Hernandes Dias Lopes

O fator tempo!

1- Sejamos donos do tempo e não seus escravos:
“Não pude ir ali” ou “não pude fazer aquilo porque não tive tempo”, “ando meio sem tempo” ou (muito humildemente como quem suplica um favor ao próprio tempo) “vou tentar arranjar um tempinho”. Tais frases se constituem em nossa desculpa preferida para não ir, não fazer, não viver. “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” – (EC 3:1). Tal constatação do escritor sagrado coloca por terra todas as nos-sas racionalizações. Mas para levar a cabo tamanha verdade, é preciso que se considere duas coisas:
Devemos ter o controle do tempo e não o contrário. Não podemos ser le-vados pela maré dos compromissos, nem pela enxurrada do ativismo. O princípio bíblico pretende definir quem manda em quem. Devemos organizar o tempo “há tempo para todo propósito…” desde que nos organizemos, fazendo a lista das prioridades, indo do primordial até ao menos essencial.

2- Economizemos o tempo gastando-o:
O problema da falta de tempo é como o da falta de dinheiro. O dinheiro deve ser bem administrado, executando-se os investimentos corretos e fazendo-se eventuais economias para suprir em ocasiões difíceis. “No entanto, com o tempo, não se pode fazer poupança, como alguém que raciocine da seguinte maneira: não vou fazer isso para guardar um pouco de tempo para depois”. Sua marcha inexorável não permite. Assim, sua melhor economia é o investimento.

3- Vivamos no tempo, mas com a dimensão da eternidade:
Falar insistentemente no Krónos que se escoa rapidamente sem mencionar o Kairós que atualiza a eternidade de Deus é sugerir o desespero. “Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim.” – (EC 3:11). Na opção de servir a Deus não ganhamos propriamente uma sobrevida humana. O nosso homem exterior continua se desgastando moralmente; mas o nosso homem interior, a sede do nosso ser, a essência da nossa vida se renova dia a dia, porque a nossa perspectiva é o invisível e eternal. E mais do que palavras de consolo para dias que tão velozmente correm, esta é a mensagem para sermos bons mordomos da vida e do tempo, para a glória de Deus.

Reunião Desperta Débora

Esteve conosco na Segunda Igreja Presbiteriana de Rio Claro o pastor Luiz Paulo Cazula, que nos trouxe a mensagem com o tema Como Educar Nossos Filhos. Crédito nas fotos Diácono Paschoal Luiz Pitta e Carla Hoffmann de Lima.

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